Franca, 09 de Janeiro de 2026
Franca acaba de alcançar um novo patamar em sua trajetória de crescimento. De acordo com o levantamento mais recente da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), o município ultrapassou a marca de 0,8 pontos no Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM) — passando a integrar o seleto grupo de cidades brasileiras com alto desenvolvimento socioeconômico, o nível mais elevado do índice.
Com nota 0,8039, Franca ocupa a 229ª colocação no ranking nacional, entre mais de 5.500 municípios analisados. O IFDM considera dados oficiais em três áreas fundamentais: Emprego & Renda, Educação e Saúde.
O desempenho expressivo de Franca é impulsionado especialmente pelos indicadores de Emprego & Renda (0,8850) e Educação (0,8239). Na área da Saúde, o município atingiu 0,7029.
Além do cenário atual, o estudo mostra uma evolução constante ao longo da última década. Em 2013, Franca tinha nota 0,7215 no IFDM. Já em 2023, último ano analisado, a cidade superou os 0,80 pontos, demonstrando uma trajetória sólida de crescimento social e econômico.
Em contrapartida, o panorama nacional ainda apresenta desafios. Segundo a Firjan, 47,3% das cidades brasileiras permanecem em níveis baixo ou crítico de desenvolvimento, afetando cerca de 57 milhões de pessoas. Apenas 4,6% dos municípios alcançaram o nível alto de desenvolvimento — grupo no qual Franca agora se destaca.
A edição 2025 do IFDM adotou uma metodologia atualizada, baseada em dados oficiais que cobrem 99,96% da população brasileira. A pontuação vai de 0 a 1 — quanto mais próxima de 1, maior o grau de desenvolvimento. O índice tem como objetivo orientar políticas públicas e oferecer um retrato fiel do cenário municipal em todo o país.
O resultado coloca Franca em posição de destaque no cenário nacional, consolidando a cidade como um exemplo de planejamento, dinamismo e gestão eficiente.
Além do avanço no IFDM, Franca também se sobressaiu em outros rankings. Em 2024, foi considerada a segunda melhor cidade do Brasil para se viver, segundo avaliação da revista Veja em parceria com a consultoria Macroplan. Ficou atrás apenas de Maringá (PR), superando inclusive grandes centros como Campinas, Ribeirão Preto e Belo Horizonte.